A última grande rede de livraria dos EUA aposta no Nook, um parente temporão do e-reader, para continuar relevante. A Barnes & Noble, a gigante que ajudou a tirar tantas livrarias do negócio, agora se vê lutando pela própria vida. Seus engenheiros inventaram foi o Nook, um parente temporão do e-reader que, no entanto, tornou-se a grande esperança eletrônica da Barnes & Noble e, na verdade, de muitos no negócio de livros. Nas grandes editoras, como Macmillan, Penguin e Random House, há um sentimento de desconforto com o destino a longo prazo da Barnes & Noble, a última grande rede de livrarias que restou, com 703 unidades. O receio é que ela possa murchar paulatinamente à medida que mais leitores forem optando pelos e-books. Por trás disso tudo emerge o vulto ameaçador da Amazon. Seu presidente executivo, Jeffrey Bezos, quer eliminar os intermediários – isto é, as editoras tradicionais – publicando e-books diretamente. Essa é a razão por que a Barnes & Noble, que já foi vista como a capitalista brutal no ramo de livros, agora parece tão crucial para o futuro do setor.
Esse post foi publicado de segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 às 15:13, e arquivado em ROTAS LITERÁRIAS. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0.
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