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Diário de Carrie

Foram divulgadas as primeiras imagens de AnnaSophia Robb como a jovem Carrie Bradshaw, a personagem icônica de Sarah Jessica Parker na famosa série Sex And The City. As fotos mostram a atriz com looks típicos dos anos 80 representados por muito brilho, estampas, cintura marcada, cores fortes e cabelo encaracolado bem volumoso.  A série The Carrie Diaries vai contar a vida da escritora durante a sua adolescência, quando ela começa a aprender a lidar com amor, sexo e amizades, antes ainda de se mudar para Nova York.  Para as mais ansiosas, a estreia está programada para o final deste ano.

Fonte: Gloss

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Lançamento: O estranho na Moda

Imagens perturbadoras e transgressoras. Elas mudaram o conceito de moda e de beleza nos anos 1990, chamando a atenção para a imperfeição e transformando o luxo em decadência. Aproveitando-se dessa tendência opositora às regras tradicionais, a jornalista Silvana Holzmeister viu a oportunidade perfeita de registrar em seu livro, O Estranho na Moda, imagens de desfiles e editoriais carregados de elementos da cultura underground. Nele a anorexia, a androginia e a morte são vistos como vertentes estéticas importantes para se compreender a história e o uso do corpo como suporte de uma evolução do vestir. Preço sugerido: R$ 54,00.

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Buscando moda na literatura

Geralmente quando a gente vai buscar referência para roupas procuramos passear na rua e ver o que os outros vestem, assistimos filmes reparando no figurino ou recorremos à fonte mais óbvia: os desfiles, os blogs e as revistas de moda. Acontece que aquele clichê dos estilistas quando a gente pergunta quais as referências deles e respondem que pode ser um quadro, uma paisagem, o que for, acaba sendo muito verdadeiro.

A literatura, por exemplo, tem um monte de referências e de ideais inusitadas que a gente pode adaptar para a moda.

Edgar Allan Poe desenvolveu uma teoria para a construção do conto que a gente super pode pegar emprestada. Ele achava que antes de começar a escrever qualquer coisa, antes de decidir o cenário, o nome do personagem ou mesmo quem seria o narrador, o escritor precisava decidir e ter muito claro qual o efeito que ele queria causar no leitor. Depois que soubesse o efeito que queria causar, aí sim ele escolhia todos os outros elementos em função desse efeito, entende? Na moda a gente vê isso o tempo todo. A pessoa se veste inteira e depois decide “Ah, eu queria parecer phyna”!

A gente acha que se vestir – assim como escrever – não deveria ser uma junção aleatória de vários elementos que a gente achou bonitinhos individualmente. As coisas ficam muito mais coordenadas e interessantes quando cada elemento está ali em função de um objetivo maior, do efeito que a gente quer causar. Tipo um trabalho em equipe pra te deixar bonita, manja? De repente o vestido pode ser incrível, mas se ele se isola do grupo a coisa deixa de funcionar.

Scott Fitzgerald tem um conto super legal chamado “Bernice corta o cabelo” onde a prima popular tenta ensinar a prima tímida a conquistar os meninos da cidade. Sem nenhuma pedagogia, a prima popular solta várias verdades dolorosas, tipo que é “melhor usar um vestido adequado três vezes seguidas do que alterná-lo com duas coisas medonhas” e  que “quando uma garota sente que está perfeitamente arrumada e bem vestida, pode se esquecer dessa parte. Isso é charme. Quando mais partes suas você é capaz de esquecer, mais charme você tem”.

Para terminar, o escritor que mais fala de roupas: Oscar Wilde. “A roupa é um produto, uma evolução, um indício importante, talvez o mais importante, dos costumes, dos hábitos e maneiras de viver de cada século”.

Por Juliana – Oficina de estilo

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