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Dia do Índio

História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data
Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”. No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e importância da data
Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

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A entrevista

Como fazer entrevistas

Pense rápido: se você fosse repórter de um jornal ou de uma emissora de televisão, como agiria diante de uma entrevista? Vamos conhecer um pouco mais sobre a entrevista. É claro que você já deve ter lido ou assistido a alguma entrevista, não é verdade?  Ela é um tipo de texto que tem a utilidade de informar as pessoas sobre algum acontecimento social ou fazer com que o público conheça sobre as ideias e opiniões da pessoa que é entrevistada. Desta maneira, tanto ela quanto o entrevistador devem se posicionar de maneira correta, procurando pronunciar as palavras de forma correta e mantendo uma boa aparência, para que possa causar uma boa impressão diante daqueles que irão assistir. Mas não podemos nos esquecer de que tudo aquilo é planejado com antecedência, tem mais chances de obter um bom resultado. Dessa forma, é muito importante elaborar as perguntas de maneira clara e objetiva, procurando sempre facilitar o entendimento.


A entrevista possui uma função informativa

Observaremos a seguir um roteiro com alguns exemplos de perguntas que podem ser utilizadas no momento de uma entrevista:
# Apresentar o nome da pessoa entrevistada.
# Perguntar sua profissão, sua experiência de vida profissional.
# Questionar sua ideia em relação a um determinado assunto, como por exemplo, a “violência”.
# Acrescentar outras perguntas, que no momento possam surgir.
# Fazer os agradecimentos pela colaboração da pessoa com a entrevista.

Agora que você já conheceu um pouco mais sobre este assunto, tem condições de se portar como um bom repórter. Então, boa sorte!

Por Vânia Duarte – Graduada em Letras – Equipe Escola Kids

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Você sabe qual o feriado de 15 de novembro?

A Proclamação da
República no Brasil

No dia 15 de novembro de 1889, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um país de regime republicano. Antes disso, nosso país era um império organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A proclamação republicana foi resultado da ação de um grupo de militares, que se colocou contra o governo imperial que era liderado por Dom Pedro II. A ação dos militares brasileiros realizou-se numa época em que os movimentos de oposição contra o império já aconteciam. No fim do século XIX, vários intelectuais e políticos acreditavam que o Império não era o melhor para o país. A ideia de um governo controlado por um imperador, portando muitos poderes, era entendida como algo que dificultava o desenvolvimento da nação. Além disso, havia uma grande oposição ao governo imperial por conta do trabalho escravo. A escravidão era interpretada como um tipo de trabalho que impedia o processo de modernização de nossa sociedade, de nossa economia. Portanto, a escravidão deveria ser combatida. Contudo, esse mesmo regime era mantido pelo governo imperial. Com isso, muitos defensores do fim da escravidão também se transformaram em críticos do governo de Dom Pedro II. Nesse conjunto de transformações, alguns militares engrossaram a fileira dos que não concordavam com o governo de Dom Pedro II. Após a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870, os militares brasileiros ganharam muito prestígio mediante a vitória do país nesse conflito. Valorizados pelo conflito, passaram a exigir maior valorização com melhores salários e a formação de uma carreira mais interessante. Na medida em que o império não cumpria todas essas exigências, importantes figuras do Exército passaram a se contrapor à ordem imperial.

A proclamação de Deodoro da Fonseca:
o primeiro marco de nossa história republicana

Não bastando esse movimento, devemos destacar o problema surgido nessa mesma época entre o imperador e a Igreja Católica. No fim do século XIX, o papa havia decretado que os católicos envolvidos com a maçonaria deveriam ser expulsos da Igreja. O imperador, que era católico e simpático à maçonaria, acabou não seguindo essa exigência e impediu que os bispos brasileiros seguissem as recomendações papais. Nesse período, essas tensões cresciam e a abolição da escravidão, decretada em 1888, acabou piorando a situação de Dom Pedro II. Os grandes fazendeiros proprietários de escravos se sentiram desamparados pela Coroa e também passaram a se voltar contra o rei. Nesse contexto de críticas e oposições, passou a correr um boato de que Dom Pedro II iria realizar uma grande reforma nas Forças Armadas, retirando da corporação os militares que se opunham ao Império. Essa polêmica, alimentada ao longo do ano de 1889, acabou mobilizando um grupo de militares que exigiam a anulação dessa reforma. Alguns outros, já percebiam nessa oportunidade a situação ideal para impor a dissolução do Império Brasileiro. Foi entre essas duas propostas que o marechal Deodoro da Fonseca, líder do Exército, foi convocado para liderar a ação que deu fim à monarquia brasileira. No dia 15 de novembro daquele ano começava o regime republicano brasileiro. A partir daquele momento, dava-se início a um novo tipo de governo político em nossa história. Na república, temos a organização de um governo que deveria dar mais autonomia aos estados e maior direito de participação política aos cidadãos do país. Apesar de esses serem os dois pilares do nosso regime, foram muitas ainda as lutas e transformações que viriam a garantir realmente essas duas mudanças em nossa realidade política. Ou seja, o 15 de novembro foi apenas um primeiro passo de uma longa estrada a se construir.

Por Rainer Gonçalves Sousa
Colaborador Escola Kids
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás – UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás – UFG

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O barco do capitão

Contação de Histórias da
Biblioteca deste sábado (12)

Na Contação de Histórias da Biblioteca Municipal Rui Barbosa, a partir das 10h30 deste sábado (12), crianças e adultos poderão navegar em “O barco do capitão”. De autor desconhecido, o texto será apresentado pela atriz Mery Petty (foto). Trata-se de um capitão intransigente que não dá descanso aos seus marujos, mas tudo mudou depois de um grande susto. A entrada é franca. A Contação de História é realizada mensalmente sempre no Sábado Legal e “os pais que vierem para as compras, podem deixar seus filhos aqui na Biblioteca e buscá-los no fim da atividade”, lembra a supervisora da instituição, Dianne Katie Konell Chiodini.

Fonte: Dianne Katie Konell Chiodini – supervisora da Biblioteca Pública Municipal Rui Barbosa

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O folclore em todas as disciplinas

Brinquedos, fábulas e material reciclado unem conhecimento e imaginação

Você conhece a Mula sem Cabeça, o Curupira? Já ouviu falar em Saci-Pererê, Sereia Iara? Já brincou de pau-de-fita, trava-línguas, jogo da peteca e bilboquê? Tudo isso e muito mais faz parte do folclore brasileiro. No CE (Centro Educacional) Loni Emmendoerfer, em Jaraguá do Sul, alunos do 1º ano participam do projeto Resgatando o Folclore.  Coordenado pela professora Débora Cristina Pisetta, o projeto envolve todas as disciplinas: matemática, jogos educativos, história, geografia, além de incentivar o uso de brinquedos reciclados. Uma dança divertida que fez sucesso entre a garotada é a dança do pau-de-fita. “Eles fizeram uma apresentação na festa junina, em junho, e adoraram. Sempre pedem para dançar. É interessante porque desenvolve a coordenação motora e a afetividade entre os colegas”, afirma a professora. Cada aluno tem a sua cor e ninguém esquece os passos da tradição originária de países como a Espanha e a Inglaterra.

As amigas Juliana, Maria Fernanda e Ana Beatriz, realizam
apresentação baseada no personagem folclórico, a Sereia Iara

Os brinquedos que fazem parte do folclore também são resgatados na turma do 1º ano. O bilboquê, por exemplo, foi feito com garrafa pet, o pé-de-lata também com material reciclável. A diversão é garantida com a antiga bolinha de gude, amarelinha, cinco marias, entre outras brincadeiras que fazem parte da manifestação popular. Vitor César Lescowicz, 6 anos, adorou conhecer a história do Saci-Pererê. Tanto que quando a equipe do OCP Kids foi até o colégio, o garoto fez questão de colocar a fantasia do personagem folclórico. “O Saci é um menino negro, que usa um gorro vermelho e tem uma perna só. Ele assusta as pessoas que não gostam da natureza”, explica, na ponta da língua. Já Juliana Colasio, 6 anos, fez uma pequena apresentação interpretando a Sereia Iara. Ela contou com a ajuda das amigas Maria Fernanda Alexandre, 6 anos e Ana Beatriz Milnitz, 7 anos. “Ela é conhecida também como ‘mãe das águas’. É uma sereia que fica nos rios. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto”, conta o trio afinado. No fim da entrevista, os alunos presentearam a equipe do OCP Kids com um cartão feito de rendado de papel, uma manifestação folclórica usada para transmitir recados. A equipe agradece a atenção e o carinho!

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Dica de Leitura

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Jaraguá em Dança começa nesta quarta

Ingressos à venda na Scar

A 17ª edição do Jaraguá em Dança começa nesta quarta-feira (26), a partir das 19h30, no Grande Teatro da Scar, tendo como atração especial de abertura o casal de dançarinos Diego Maia e Bárbara Rodrigues, de São Paulo, dançando ao ritmo de salsa. O evento reunirá 1.802 bailarinos, representando 41 entidades e apresentações de 181 coreografias de 61 coreógrafos nos seis dias do evento, que encerra na segunda-feira (31). Os ingressos estão à venda na Scar aos valores de R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia). Os organizadores aconselham aos interessados a comprarem seus ingressos com antecedência.  De acordo com a programação, as apresentações estão divididas em dez períodos, sendo que nos três primeiros e no último (26 a 28 e 31) elas ocorrerão somente à noite, com início às 19h30. Sábado e domingo (29 e 30), espetáculos em três sessões: das 14 horas às 15h30; das 16h30 às 18h30; a partir das 19h30. “Teremos apresentações especiais nas noites, valorizando, assim, destaques de nossa região”, informa a coordenadora do evento, Miriam Meier.
O Jaraguá em Dança envolve bailarinos com idade entre quatro e 39 anos distribuídos em cinco categorias: baby (quatro a seis anos); infantil 1 (sete a nove); infantil 2 (dez a 12); infantojuvenil (13 a 17); adulto (18 a 39). Haverá apresentações nas modalidades balé, dança moderna, contemporânea, dança folclórica, jazz, livre, dança de rua e outra (mescla de modalidades). A programação completa pode ser consultada no site da Fundação Cultural/JS (http://cultura.jaraguadosul.com.br/), instituição promotora do evento.

ATRAÇÃO DA NOITE – Convidados da Fundação Cultural/JS e do Studio de Dança Dois pra Lá, Dois pra Cá como atração especial na abertura do Jaraguá em Dança 2011, os professores Diego Maia e Bárbara Rodrigues começaram uma parceria em 2006. Desde então, o casal tem obtido sucesso em festivais e competições de dança, sendo um dos resultados de destaque o primeiro lugar na etapa de Brasília do World Salsa Championschip 2010 e nas duas últimas edições do Concurso de Dança “Ritmos a Dois”, em Joinville/SC.

Fontes: Jorge Luiz da Silva Souza – presidente da Fundação Cultural de Jaraguá do Sul (47 – 2106-8702) e Miriam Meier – chefe de Eventos da Fundação Cultural/JS (47 – 2106-8722)

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Festival de Formas Animadas

Dias de muita alegria para combinar
com o mês dedicado às crianças

A partir de hoje até 8 de outubro, o Centro Cultural da SCAR – Sociedade Cultura Artística recebe o 11º Festival de Formas Animadas e 8º Seminário de Pesquisa sobre Teatro de Formas Animadas, eventos que já se tornaram obrigatórios no calendário cultural de Santa Catarina. Os ingressos para os espetáculos custam R$ 10,00 e R$ 5,00 e podem ser adquiridos na secretaria do Centro Cultural.  Escolas podem participar com preços especiais no valor de R$ 4,00 (ingresso e transporte) e de R$ 2,00 (apenas ingresso). Informações pelo telefone (47) 3275-2477. Além de grupos vindos de outras regiões do Brasil, a edição deste ano contará com a participação de uma companhia russa e outra espanhola. Embora a programação comece hoje pela manhã, a abertura oficial ocorre às 20 horas, com a companhia gaucha A Caixa do Elegante apresentando a peça “A tecelã”.

No sábado (8), dia do encerramento, os destaques ficam por conta do grupo gaúcho De Pernas Pro Ar com o espetáculo “Mira”, na praça Ângelo Piazera, pela manhã, e com a Cia. Pequod, do Rio de Janeiro, com a peça “A chegada de Lampião no inferno”, às 20 horas, no Centro Cultural. Além das apresentações no Centro Cultural, o festival oferece espetáculos em espaços alternativos, com entrada de graça. Este ano estão nesta agenda “Chapeuzinho Vermelho na Terra dos Bonecos” (Cia. Alma Livre, Jaraguá do Sul) e Augusto Bonequeiro e o Boneco Fuleragem (Fortaleza, CE). O Festival é uma realização da SCAR – Sociedade Cultura Artística em parceria UDESC – Universidade de Santa Catarina com patrocínio da Fundação Catarinense de Cultura, Secretaria do Estado e Governo de Santa Catarina através do Funcultural, apoio do SESC/SC, Prefeitura e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul.

Confira a programação
Dia 5, quarta-feira, Teatro do Centro Cultural, 9h e 14h

“O caso da cobra pantera”
Ângela Escudeiro e Augusto Bonequeiro – Fortaleza (CE)
Indicação: 7 a 11 anos
Sinopse: Originário de uma tradicional cena do mamulengo, “O Caso da Cobra Pantera” é uma adaptação e uma recriação para a linguagem infantil. A cobra, mística, misteriosa e agressiva, surge num ambiente bucólico ameaçando a tudo e a todos, engolindo os pequenos animais do lugar. Quando não mais encontra esses pequenos bichos ela se volta contra os irmãos Beto e Tatí que encorajados pela platéia, reagem e tentam por diversas vezes apanhá-la. Ao descobrirem seu ponto fraco, capturam-na e decidem juntamente com o público, que destino a cobra terá.

Dia 5, quarta-feira, Teatro do Centro Cultural, 20h
(Parceria com o projeto Palco Giratório do SESC)
“A tecelã”
Cia. A Caixa do Elefante – Porto Alegre (RS)
Indicação:
A partir de 12 anos
Sinopse: Uma tecelã, capaz de converter em realidade tudo o que tece com seus fios, busca preencher o vazio de seus dias criando, para si, o suposto companheiro ideal. O espetáculo trata, de forma poética, da solidão feminina, das dificuldades de relacionamento e do poder criativo como possibilidade de transformação. Através da mescla de diferentes linguagens, a dramaturgia visual é conduzida por uma trilha musical envolvente, a qual induz o espectador a experimentar um clima onírico.

Dia 6, quinta-feira, Teatro do Centro Cultural, 9h e 14h
“Trem de ninguém”
Cia. Simples Suspiro – Curitiba (PR)
Indicação: 2 a 6 anos
Sinopse:
Dois meninos tentam fazer seu trem andar, mas o brinquedo não quer sair do lugar e a solução está difícil de achar. Ao que parece somente uma aventura poética, engraçada e divertida aciona as engrenagens desse Trem de Ninguém. Nas diversas cenas com canções, surpresas, suspense e muitas brincadeiras, o espetáculo propõe formas de criar, entender a realidade e refletir a situação em que se vive, buscando soluções. Maquinista, foguista, cantor, bailarinos, frutas, convidam a rir e sonhar, tentando encontrar saída para seus problemas.

Dia 6, quinta-feira, Teatro do Centro Cultural, 10h, 15 e 20h
“Exclusive Marionettes”
Nikolai Zykov Theatre – Moscou, Rússia
Indicação: A partir de 7 anos
Sinopse:
Espetáculo solo com uma retrospectiva das marionetes de Nikolai Zykov, mestre russo do teatro de bonecos. Nikolai Zykov é ator, diretor, artista, designer, fabricante de bonecos e autor de mais de 20 apresentações de fantoches. Criou e fez mais de 80 vinhetas de marionetes com a participação de bonecos de mão, vara, controlados por rádio e experimentais de construção incomum. Nikolai Zykov recebeu diplomas de vários concursos e festivais na Rússia e foi Medalha de Ouro no Festival Internacional na Alemanha. Os bonecos de Nikolay Zykov participaram de inúmeros programas de televisão popular na Rússia e outros países. Um espetáculo lindo, leve e divertido, para todas as idades.

Dia 7, sexta-feira, Teatro do Centro Cultural, 9h
“As aventuras de Benedito”
Mamulengo Jatobá – Brasil / França
Indicação: 2 a 6 anos
Sinopse:
Dois artistas de rua chegam a uma cidade para oferecer uma apresentação de mamulengos. Benedito e seu músico contam com muito humor uma história vivida na Fazenda Jatobá, onde Severo “Preto bom do Quero-Quero” se apaixona por Catirina, filha de um rico fazendeiro.

Dia 7, sexta-feira, Teatro do Centro Cultural, 15h e 20h
“Bag Lady”
Descarnada Señorita – Segóvia, Espanha
Indicação: A partir de 7 anos
Sinopse:
Delicada montagem onde a personagem principal ganha vida com a manipulação de sacos plásticos. “Bag Lady” é a história de uma mulher solitária que coleciona sacolas plásticas, e através delas a cada dia remonta seu passado e suas memórias: as piruetas de bailarina, os admiradores secretos, os melhores dias. Toda uma vida relembrando, toda uma vida colecionando sacolas plásticas.

Dia 7, sexta-feira, Teatro do SESC, 16h30, 19h, 21h30 e 24h
(Entrada de graça)
“Um príncipe chamado Exupéry”

Cia. Mútua – Itajaí (SC)


Indicação: A partir de 8 anos
Sinopse:
A vida do famoso escritor de “O pequeno príncipe”, entre os anos de 1926 e 1944. Exupéry é um jovem e destemido aviador. Ele e seus amigos, que juntos formaram “os cavaleiros do céu”, enfrentam o mar, o céu e o ar; a noite e o deserto; as montanhas e as tempestades; para cumprir seu ofício: transportar o correio aéreo. Essa vida de perigo, mistério e aventura inspira Exupéry a começar a escrever a sua obra.

Dia 7, sexta-feira, Teatro do Centro Cultural, 21h30
(Ensaio aberto – Entrada de graça)
“Odisséia”
Caixa de Luz Companhia Teatral – Florianópolis (SC)
Indicação: A partir de 10 anos
Sinopse:
“Odisséia” é um espetáculo teatral criado como parte da disciplina de Montagem Teatral do curso de Teatro do Centro de Artes – CEART/ UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. É baseado na obra homônima de Homero, a qual se apresenta como um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, ao lado da Ilíada. No espetáculo, a narrativa é conduzida por um coro de mulheres, que relatam as aventuras vividas pelo herói da Guerra de Tróia, Odisseu, na longa viagem de retorno à sua terra natal, Ítaca. Como recurso dramatúrgico, utiliza-se o Teatro de Sombras.

Dia 8, sábado, Teatro do Centro Cultural, 16h
“As aventuras de Benedito”
Mamulengo Jatobá – Brasil / França

Dia 8, sábado, Teatro do Centro Cultural, 9h
(Ensaio aberto – Entrada de graça)
“Contos de enganar a morte”
Grupo de alunos de Teatro de Bonecos da SCAR, Jaraguá do Sul (SC)
Indicação: a partir de 7 anos
Sinopse:
“Olá, eu sou a morte! No fio da vida eu dou um corte! Sou eu quem dito a sua sorte!”. E realmente sempre foi assim… até ela conhecer Zé Malandro.
Zé malandro é um cara “boa vida”. Só quer saber de curtir e ganhar uns trocos pra viver. E sendo assim, pra que morrer não é mesmo? Esperto como ninguém, é capaz de enrolar muita gente, até mesmo a morte!

Dia 8, sábado, Praça Ângelo Piazera, Centro da cidade
“Mira”
Grupo de Teatro De Pernas Pro Ar – Canoas (RS)
Indicação: Livre
Sinopse:
“Mira”, um mundo onde abundam estranhas formas de vida com capacidade de mostrar a realidade de forma simplificada e simbólica: a partir de brincadeiras infantis desencadeia relações e reações corriqueiras sem complexidade. Os bonecos sugerem o desprendimento da aparência real, mergulhando num processo de liberação. Esta metáfora à identidade humana, composta pela sutileza de contrastes de cada personagem, traz cor, luz e poesia.

Dia 8, sábado, Teatro do Centro Cultural, 20h
“A chegada de Lampião no inferno”
Cia Pequod – Rio de Janeiro (RJ)
Indicação: 12 anos
Sinopse:
Livremente inspirada no cordel de mesmo nome, mas também citando o périplo dantesco da Divina Comédia, a peça encontra-se dividida em dois momentos distintos: o primeiro sem palavras e todo feito com bonecos, e o segundo (que trata da ida do Capitão Virgulino às profundas do inferno) combinando de maneira livre e surpreendente atores, bonecos e objetos. A trilha sonora ajuda a pontuar o lirismo e o horror de uma história que vai até o fim do mundo para mostrar de que barro o nordestino é feito.

Seminário e Revista “Móin-Móin”, atrações de todos os anos

Ao lado das peças, acontece simultaneamente ao festival o 8º Seminário de Pesquisa sobre Teatro de Formas Animadas, iniciativa que acontece em parceria com a UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina com a proposta de discutir a evolução desta manifestação artística e que resultou no lançamento da revista “Móin-Móin”, publicação de estudos sobre o assunto. Esse ano o seminário tem como tema “Dramaturgias no Teatro de Formas Animadas”, de 6 a 8 de outubro. A coordenação é do professor Valmor Níni Beltrame, da UDESC, e de Gilmar Moretti, vice-presidente da SCAR. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas pelo e-mail seminario.jaraguadosul@gmail.com. Os participantes com 100% de freqüência receberão certificados. Neste ano a programação contará com seis conferências a serem proferidas por professores, pesquisadores e diretores teatrais do Brasil, Argentina e Portugal. São eles: Professora Dra. Christine Zurbach – Universidade de Évora – Portugal; Professor Dr. Felisberto Costa – Universidade de São Paulo – USP; Professor Dr. Milton de Andrade – Ceart – UDESC; Silvina Reinaudi – Teatro de Títeres Asomados y Escondidos – Buenos Aires; Professora Dra. Irley Machado – Universidade Federal de Uberlândia – UFU; Professoras Dra. Izabela Brochado e Kaise Helena T. Ribeiro – Universidade de Brasília – UNB. Além das conferências abertas a todos os interessados o Seminário também apresentará 17 estudos, processos de criação e experiências em forma de banners (cartazes). Seus autores estarão presentes diariamente no local da exposição (Centro Cultural SCAR) para relatar e dialogar com interessados nos temas. Neste ano o Seminário reúne representantes de 11 Universidades e 15 Grupos de teatro. Chama a atenção o uso da expressão Dramaturgias no plural e não Dramaturgia. Seus organizadores explicam que “O Teatro de Formas Animadas, cada vez mais, abre-se ao diálogo com novos modos de fazer e pensar, abandonando a idéia de dramaturgia como texto literário e “contaminando-se” de outros campos artísticos, o que já remete a pensar não em dramaturgia, mas dramaturgias do teatro, no plural.”

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Um lugar no mundo: Egito

Conheça o Egito!

O Egito é um país conhecido pelas belíssimas pirâmides É um dos pontos mais populosos da África. A maioria da população vive nas margens do Rio Nilo, praticamente a única área não desértica do país. Cerca de metade da população egípcia vive nos centros urbanos.

Geografia

Com uma área de 1 001. 450 km², o Egito é o 29º maior país do mundo, um pouco maior do que o Estado brasileiro do Mato Grosso e duas vezes o território da França. Entretanto, devido à aridez do clima, os centros urbanos estão concentrados ao longo do estreito vale do Rio Nilo e no Delta do Nilo, razão pela qual 99% da população egípcia ocupa apenas 5,5% da área total. O Egito faz fronteira com a Líbia a oeste, o Sudão a sul e Israel e a Faixa de Gaza a nordeste. O país controla o canal de Suez, que liga o Mediterrâneo ao Mar Vermelho e, por conseguinte, ao oceano Índico.

Artes

Os egípcios se destacaram na arquitetura, pois sua crença na vida após a morte fez com que eles construíssem templos e pirâmides que deveriam durar eternamente.
As construções religiosas eram decoradas com estátuas e pinturas, que representam cenas do cotidiano. Quando os seres humanos eram retratados, apareciam sempre com o rosto, as pernas e pés de perfil e o tronco de frente, por determinação dos sacerdotes.  As pinturas e as esculturas eram acompanhadas de inscrições hieroglíficas que explicavam as cenas ou figuras ali representadas.    Os sacórfagos (túmulo em que os antigos colocavam os cadáveres que não eram cremados) eram feitos de madeira ou pedra e possuíam a feição dos mortos, para facilitar o trabalho de reconhecimento da alma em seu possível retorno após a morte.

Religião

A religião que predomina no Egito é o islã sunita, aproximadamente 90% da população. Uma minoria religiosa são os coptas, os ortodoxos gregos e armênios, católicos e protestantes.

Saiba mais!

• NOME: REPÚBLICA ÁRABE DO EGITO
• REGIME DO GOVERNO: PRESIDENCIALISTA (ELEIÇÃO POR VOTO POPULAR)
• CAPITAL: CIDADE DO CAIRO
• LÍNGUA: EGÍPCIA; ÁRABE, INGLÊS E FRANCÊS
• RELIGIÃO: 94% INSLÂMICA, 6% CATÓLICOS
• POPULAÇÃO: 62.000.000 HABITANTES
• MOEDA: LIBRA EGÍPCIA
• INDEPENDÊNCIA: 28 DE FEVEREIRO, 1922, DA INGLATERRA
• PRINCIPAIS CIDADES: ALÉM DA CAPITAL DO CAIRO, ALEXANDRIA, AL JIZAH, PORT SAID, AL MANSURA

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A ponte

Curta metragem A ponte!

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