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Cineminha: Madagascar 3

Madagascar 3: Os Procurados

Alex, o Leão, Marty, a Zebra, Glória, a Hipopótama e Melman, a Girafa, ainda lutam para retornar para casa: sua amada Nova York. E, é claro, o Rei Julien, Maurice e os Pinguins estão juntos nesta divertida aventura. Na jornada pela Europa, eles encontram um disfarce perfeito: um círculo ambulante, que eles reiventam no estilo Madagascar.

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Jogorama

Zelda Skyward Sword

Skyward Sword é o verdadeiro Zelda para Wii. Utiliza totalmente os controles com sensores de movimentos para fazer tudo. E é impressionante como, desde os menus até ações mais complexas, tudo funciona perfeitamente. Sessões de duas, três horas seguidas podem ser encaradas sem medo. A utilização dos controles não cansa os braços por ser utilizada somente quando necessário e com mapeamento inteligente de botões e funções. Com ajuda do Motion Plus, acessório lançado já há alguns anos para aprimorar a qualidade da captação dos movimentos do Wii Remote, Skyward Sword deixa o jogador controlar totalmente o braço direito de Link, segurando a espada, e também o escudo com o Nunchuck.

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Um lugar no mundo: Djibuti

Djibuti, um país pequeno e pobre

O Djibuti ou Jibuti, também conhecido pela forma francesa Djibouti, é um país africano, limitado a Norte pela Eritreia, a Leste pelo Estreito de Babel Mandeb, pelo Golfo de Áden e pela Somália e a Sul e Oeste pela Etiópia. A população é de aproximadamente 879 mil habitantes. A maioria dos djibutianos pertence aos grupos étnicos afar e issa. Existem minorias de árabes e europeus, muitos dos quais estão ali a trabalho. Pouco menos da metade da população possui idade inferior a 15 anos. A população djibutiana cresce rapidamente e estima-se que dobre em 30 anos. A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga cerca de 583 mil habitantes. Aproximadamente 95% da população é muçulmana – o Islamismo chegou à região no século XII –, enquanto o restante dos moradores cultuam o Cristianismo. A maioria dos muçulmanos é constituída de sunitas, com uma pequena parcela de xiitas. Existe ainda um pequeno contingente de hindus entre os trabalhadores indianos.

História

Os franceses chegaram ao Djibuti no final da década de 1850, em uma ação de contrapartida à presença dos ingleses em Áden, no atual Iêmen. Em 1888, o país tornou-se parte da Somália Francesa. Apesar do fervor nacionalista, um plebiscito em 1967 determinou que o Djibuti continuasse sob o domínio francês. A independência, portanto, só veio a ser proclamada em 1977, quando Hassan Gouled Aptidon foi eleito presidente e governou o país até renunciar em 1999. Foi quando o ministro-chefe de gabinete, Ismaïl Omar Guelleh assumiu a presidência. Em 1990, iniciou-se uma guerra civil, que cessou em 1994, graças a um acordo de paz.

Economia

A sua economia é pouco desenvolvida, o que faz dele um dos países mais pobres do planeta. O solo e o clima não contribuem para a prática de atividades agrícolas, e a maioria dos alimentos é importada. As relações no porto da capital são a principal fonte de receitas financeiras, além de investimentos dos Estados Unidos da América (EUA) e da França.

Cultura

Os trajes tradicionais djiboutianos são próprios para o clima quente e árido. Os homens vestem uma roupa vagamente embrulhada que vai até os joelhos, junto a um roupão de algodão ao longo dos ombros, similar a uma toga romana. As mulheres vestem saias longas, tingidas de marrom. As casadas vestem um pano sobre a cabeça, às vezes também abrangendo a parte de cima de seus corpos. Mulheres que não são casadas não são obrigadas a cobrir a cabeça. O vestido tradicional árabe é usado estritamente durante festivais religiosos. Para algumas ocasiões, as mulheres também podem se adornar com jóias. A tradição cultural é, na maioria das vezes, transmitida oralmente, principalmente em músicas. Usando sua linguagem nativa, essas pessoas podem cantar ou dançar falando de uma história. Muitos exemplos da influência árabe e francesa podem ser notados nos edifícios.

Dados

Extensão territorial: 23.200 km².
Localização: África.
Capital: Djibuti.
Clima: Árido tropical.
Idiomas: Árabe e francês (oficiais), somali, afar.
Religiões: Islamismo 96,9%, outras 1,9%, Agnosticismo e Ateísmo 1,2%.
População: 879.053 habitantes. (Homens: 439.364;
Mulheres: 439.689).

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Escrevendo cartas

Escrever cartas, um hábito esquecido, é retomado pela escola

Um costume diferente para quem nasceu na era do computador
Receber correspondências enviadas por familiares e amigos foi, por muito tempo, motivo de alegria, euforia, tristeza e pesar, mas sempre envolvido pelo suspense do ato de abrir o envelope. Para resgatar este sentimento e ajudar na escrita, a Escola Albano Kanzler desenvolveu um projeto em que os alunos escrevem cartas. O plano envolve as turmas do 3º, 4º e 5º anos, somando cerca de 205 alunos. A aluna do 3º ano, Gabrieli Apoliano de Souza, 11 anos, nunca mandou ou recebeu cartas pelos Correios. A estudante diz que costuma escrever e entregar pessoalmente. “Pelos Correios é diferente, por que não será a gente que vai entregar”, afirma. Ela lembra que, às vezes, a mãe recebe cartas enviadas por parentes. Agora ela poderá enviar a primeira carta. Os estudantes Lucas Mateus de Oliveira Persuti, 11 anos, e Felipe Ferraça, 9 anos, também nunca receberam cartinhas através do carteiro. Eles acreditam que a proposta é boa e querem continuar escrevendo correspondências depois que  encerrar o projeto em sala. Lucas assinala uma diferença pontual entre enviar uma carta ou um e-mail. “A gente manda pela Internet e chega na hora, mas através dos Correios chega bem depois”, diz. Esta diferença pode ser um ponto positivo, conforme ressalta Felipe. “As pessoas vão ficar mais alegres ao abrirem os envelopes”, garante. A professora Adriana Nicolodelli conta que a proposta de enviar as cartas pelos Correios veio ao encontro do que a escola está trabalhando em sala de aula. As formas, os estilos e as normas de como redigir uma correspondência serão realizadas na prática pelos estudantes.  Ela ainda lembra que, neste processo, acontece o resgate de uma antiga tradição. “Hoje ninguém mais recebe cartas”, afirma.


Professora ilair diz que projeto Veio como indicação da mãe de um estudante que é funcionária nos Correios


O envio das correspondências

Conforme a programação, os alunos divididos em turmas irão até a agência dos Correios para enviar correspondências que escreveram. Neste sentido, a coordenadora Ilair Dagmar Tomaselli diz que a escola já encaminhou aos pais um bilhete solicitando o valor necessário para fazer os procedimentos de envio, que é de R$ 1,60, e combinou com os Correios as datas e horários. A semana para a postagem também já está definida por todos os envolvidos. Será a partir do dia 4 de maio. Nestes dias, os mais de 200 alunos enfrentarão a rotina comum de todos os usuários dos serviços dos Correios.  A professora Ilair está animada com o andamento da proposta e conta que a ideia surgiu da família de uma criança. “Veio como indicação da mãe de um estudante que é funcionária nos Correios”, explica. Além de resgatar uma tradição que vem se perdendo com o advento das novas tecnologias, a proposta também é ensinar os procedimentos de envio de uma correspondência. Para isso, os alunos estão aprendendo o significado de remetente, destinatário, endereço e CEP.


Gabriel Lucios Ananias Sarti, 10, está na expectativa de descobrir o sentimento da pessoa que vai receber a primeira carta que ele vai enviar. “Acho que vai gostar, por que vou escrever coisas bonitas”, afirma.
A segunda carta já tem o destinatário escolhido:
“quero mandar para meu pai”.

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MIB 3

Homens de Preto 3

Os agentes J e K estão de volta… no tempo. J já viu algumas coisas inexplicáveis nos seus 15 anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo aliens, o deixam tão perplexo quanto o seu parceiro reticente, K. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o Agente J vai viajar no tempo para colocar as coisas no lugar. J descobre que há segredos no universo que K nunca contou – segredos que vão ser revelados quando ele se une ao jovem Agente K (Josh Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade.

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Dica de leitura

Sai Sujeira!

É impossível brincar, correr, pular e não ficar sujinho! E às vezes dá uma preguiça de tomar banho… Mas agora você vai descobrir por que é importante escovar os dentes, pentear o cabelo e se arrumar. O livro “Sai Sujeira”, dos autores Brita Granstrom e Mick Manning trata da higiene e explica a importância de manter uma boa alimentação, ter cuidados com o cabelo e que antes da refeição é preciso lavar as mãos.

Carla Gabriele Paiva Costa, 10 anos, se encantou com o livro que está lendo

Coleção Jovem Cientista

Para quem gosta de brincar de cientista e ainda construir um brinquedo, o João Victor Pscheidt e a Estefani da Silva Marques, ambos com 9 anos, dão a dica de leitura: os livros da Coleção Jovem Cientista, do autor Neil Ardley. João Victor leu o livro com o título “Som” e diz que a obra mostra algumas experiências e as utildades delas. “Dá para fazer em casa”, afirma. Estefani leu o título “Sentidos” e afirma que é possível utilizar materiais recicláveis nos estudos. “É muito fácil de fazer e inclusive dá para brincar”, conclui.

O livro “A paisagem” , da escritora Maria Luiza Favret alerta
sobre a sujeira das ruas, sobre a poluição ao ambiente
e é a dica da Gabriela Junckes, 10 anos

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Jogorama: Wheels of Destruction

Batalha explosiva!

Com lançamento marcado para abril e vindo exclusivamente para PSN, o game tem cinco classes de veículos diferentes, para melhor atender diferentes estilos dos jogadores. A partir do brutal Heavy para o rápido Assassin, cada classe tem seus pontos fortes e fracos para governar o campo de batalha. Wheels of Destruction coloca os jogadores em uma arena de competição de demolir ou ser demolido. Com uma estética futurista única traz aos jogadores um jogo fácil de aprender, mas difícil de dominar atrás do volante. Pé no acelerador e dedo no gatilho nessa explosiva aventura!

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Jogorama: Kinect Rush

Kinect Rush: Uma Aventura Disney Pixar

O game convida os jogadores de todas as idades para viver a divertida experiência de interagir com o suporte Kinect no mundo de 5 amados filmes da Disney/Pixar: Os Incríveis, Ratatouille, Up-Altas Aventuras, Toy Story e Carros. O jogo oferece muita ação e aventura em plataforma com os famosos personagens de Os Incríveis, Ratatouille, Up-Altas Aventuras, Toy Story e Carros, com o objetivo de resolver quebra-cabeças e descobrir grandes segredos. Os jogadores podem usar movimentos e comandos de voz para interagir, através do Kinect e apresenta a função KinectScan que possibilita escanear o corpo do jogador para inseri-lo dentro do jogo como um personagem personalizado exclusivo. O jogo tem previsão de ter uma versão especial traduzida para o português.

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Piratas Pirados

Aventura em stop-motion!

O exuberantemente barbudo Capitão Pirata é um entusiasta ilimitado. Com uma tripulação de maltrapilhos a seu lado, e aparentemente cegos às probabilidades empilhadas contra ele, o Capitão tem um sonho: derrotar os seus amargos rivais, Black Bellamy e Cutlass Liz no cobiçado prêmio “Pirata do Ano”. É uma busca que leva nossos heróis das margens da exótica Blood Island para as ruas cheias de neblina da Londres Vitoriana. Ao longo do caminho, eles lutam com a Rainha Victoria e com a equipe do jovem Charles Darwin, mas nunca perdem de vista o que um pirata mais ama: a aventura! ‘Piratas Pirados!’ é uma animação stop-motion (quadro a quadro) dos estúdios Aardman, com técnica feita a mão que levou a empresa a vencer o Oscar® com o filme ‘Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais’ e ‘A Fuga das Galinhas’.

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Um lugar no mundo

Bélgica

A Bélgica é um país conhecido pela vasta cultura, gastronomia, e claro, pela cerveja belga. O país é situado na Europa Ocidental. A Bélgica tem uma área de 30.528 quilômetros quadrados e uma população de cerca de 10,7 milhões de habitantes. Ocupando a fronteira cultural entre a Europa germânica e a Europa latina, a Bélgica é o lar de dois principais grupos linguísticos: os flamengos, falantes do holandês, e osvalões, que falam francês, além de um pequeno grupo de pessoas que falam a língua alemã.

Política

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar. Tem como capital, Bruxelas. O parlamento federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.  O rei é o chefe de estado. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que tem a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal.

Cultura

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar. Tem como capital, Bruxelas. O parlamento federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.  O rei é o chefe de estado. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que tem a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal. A Bélgica tem uma cultura muito rica em museus, prédios históricos e arte. Uma vez por ano tem um concurso de música chamado “Koningin Elisabeth Wedstrijd”. Todos os anos um tipo de instrumento clássico é escolhido. Durante o verão, há muitos festivais. Os mais conhecidos são Werchter, Sfinks, Dour ePukkelpop. Outro diferencial é a cerveja belga, existem mais de 450 tipos de cerveja. As cervejas ‘trapist’ só existem na Bélgica e são fabricadas por monges, há também cerveja feita de cereja. Todo tipo tem o seu próprio copo.

Economia

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar. Tem como capital, Bruxelas. O parlamento federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.  O rei é o chefe de estado. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que tem a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal. A economia do país é bastante diversificada, sendo que os setores que mais se destacam são metalurgia, medicamentos, eletrônicos, têxtil, fabricação de vidros, chocolates, diamantes, móveis. Além da agricultura, que se destaca na produção de frutas, como uva, ameixa e morangos.

Gastronomia

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar. Tem como capital, Bruxelas. O parlamento federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.  O rei é o chefe de estado. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que tem a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal. A cozinha belga é influenciada pelas culinárias dos países vizinhos, como a da França e a cozinha regional das regiões belgas Flandres e Valônia. Nas regiões costeiras é comum servir pratos com peixe e frutos-do-mar. Um dos pratos tradicionais é Moules Frites (mexilhões servidos com batatas fritas). Outro prato típico é Waterzooi, um guisado com peixe ou galinha. O chocolate belga é reconhecido pelo alto padrão de qualidade na produção. Depois da refeição principal e antes da sobremesa é comum servir um dos queijos típicos da Bélgica, como o Limburger.

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